A ESQUERDA FASCISTA E O IMPOSTO SINDICAL.

O fascismo foi marcado não só pelo autoritarismo extremamente nacionalista e anti-liberal, mas pela organização sindical a serviço do movimento político também era uma característica marcante.

O nosso próprio modelo sindical, explicitado na CLT de Vargas, foi uma cópia fiel do idealizado na Carta del Lavoro, o documento do partido Fascista de Mussolini que estabelecia como seriam as relações trabalhistas.

Os sindicatos portanto seriam não um instrumento a serviço do trabalhador, mas sim um instrumento a serviço de uma ideologia, no caso da Itália, do fascismo. A contribuição obrigatória, concorde ou não com ou sindicato, seria uma das formas de se concentrar poder nessas entidades.

No Brasil, das esquerdas progressistas e socialistas se utilizaram da herança fascista para seu próprio jogo político, como em toda experiência socialista no mundo, elementos fascistas tendem a ser utilizados, no caso em questão, o movimento sindical se tornou a tropa de choque da esquerda, financiada com dinheiro compulsoriamente retirado de todo trabalhador.


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Um dos principais motivos de toda política econômica liberal, ou a simples menção ao liberalismo econômico costumar despertar as mais agressivas emoções dos adeptos das ideologias autoritárias é que eles sabem que não há espaço para um pensamento liberal coexistir com esse tipo de confisco injustificado do indivíduo.

Em 2017 o congresso aprovou a reforma trabalhista que, em uma proposta do Deputado Paulo Eduardo Martins (PSC), colocou fim ao imposto sindical obrigatório. O fim dessa obrigatoriedade foi questionada, pelas esquerdas indo até o STF para tentar garantir o financiamento coletivo para seus militantes profissionais.

Em junto de 2018, sob muita pressão o STF considerou constitucional o fim da obrigatoriedade do imposto sindical.

Nesse momento circula na câmara a PEC 196/2019, de autoria do Deputado Marcelo Ramos (PL/AM), que em seu texto retorna com o imposto sindical obrigatório.

O mais curioso é que a PEC redigida por um deputado federal de um partido que se denomina Partido Liberal tem em sua justificativa uma alegação claramente inspirada o ideal da Carta del Lavoro do movimento fascista, que se opunha abertamente a todo ideal liberal existente:

O Sindicalismo é ator importante e decisivo. Sem sua atuação, seria difícil prever quais espécies de relações trabalhistas estariam sendo vivenciadas. Seu papel e seu protagonismo na vida do trabalhador são inegáveis.

Veja aqui o inteiro teor da PEC.

Claramente a inspiração fascista segue viva na política progressista brasileira que em discursos puramente emotivos dizem defender as liberdades e trabalhadores, mas na prática o que fazem é justamente obrigar que o indivíduo contribua, mesmo que contra a sua vontade, para corporações.

Não se enganem com seu discurso barato, tal qual a máfia italiana os sindicatos apenas extorquem do trabalhador, dizendo que é para sua própria proteção.

Veja o vídeo do Dep Federal Paulo Eduardo Martins

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