Brasil Paralelo: Pensamentos de direita servem de justificativa para que a grande imprensa queira te destruir.

A citação apócrifa erroneamente atribuída a Lênin “Acuse-os do que você faz, chame-os do que você é”, ou suas diversas variações, nunca se mostraram tão verdadeiras quando se refere às esquerdas, inclusive aos meios de comunicação predominantemente esquerdistas.

Como já dissemos em outro post (ver aqui), não há qualquer problema que o veículo de comunicação, ou qualquer empresa, tenha uma posição política definida, seja ideológica ou relativa a determinados temas.

O que se procede no cenário atual é diferente, é a construção de uma narrativa baseada em diversas premissas que apontam para que todo pensamento que é tido por uma determinada corrente de pensamento é o correto. Já a pura menção em questionar essas “certezas” faz de você um inimigo, então atribuem alcunhas e ofensas: –fascista, nazista, discurso de ódio, proliferador de fake news

A imprecisão das ofensas é proposital, a falta de objetividade a definir o que caracteriza cada um dos xingamentos é pensado para que os detratores possam incluir qualquer um de uma linha de pensamento diferente naquele xingamento.

É o que se procede por exemplo quando chamam um liberal de fascista. Por mais que sejam duas coisas totalmente incompatíveis e o liberalismo, classicamente individualista, não tem como ser adepto a um movimento coletivista por definição, não importa, o que importa é que gritem bem alto para que ninguém consiga ouvir suas explicações.

BRASIL PARALELO: HEROÍSMO DE POUCOS QUE ENFRENTAM GIGANTES.

O Brasil Paralelo é uma organização de pensadores, em forma de empresa, que foge ao espectro hegemônico nas academias Brasileiras e se contrapõe ao pensamento subjetivista e principalmente ao materialismo histórico, processo de pensamento predominante que vê todo o desenvolvimento da nossa sociedade através da ótica do conflito e divisão de classes, portanto o compromisso dos materialistas é com um lado e não com a busca da verdade objetiva dos fatos.

Através de web-séries muito bem feitas, com imagens bonitas e entrevistando diversos pensadores o brasil paralelo no fim das contas conta a história sem se render a narrativa que tentam empurrar, na série eles explicam a origem heroica de Portugal e das grandes navegações, a grandeza do Império Brasileiro, os bastidores e tensões com guerrilheiros durante o regime militar no país.

Tal qual filmes e séries americanos, há uma linguagem colorida e até poética por trás, há um esforço quase palpável em fazer com que o telespectador sinta orgulho pela origem brasileira e se conecte com as raízes em uma mensagem clara: – O Brasil tem história e o Brasil é sim grande.

BRASIL PARALELO TRAZ PENSAMENTOS DE EXTREMA DIREITA?

Do Brasil paralelo participaram diversas personalidades em espectros de pensamento um tanto diversos, como o conservador Flavio Morgenstern, dono do site e blog senso incomum e Raphaël Lima libertário convicto e anarcocaptalista e dono do site ideais radicais. E mais Luis Phillipe Orleans e Bragança, o empresário Flávio Rocha, vereador do MBL e conservador Holiday e Olavo de Carvalho, filósofo e uma das maiores influencias no conservadorismo brasileiro.

Como pode-se ver nos diversos documentários tem a voz de pensamentos plurais, desde conservadores, a liberais clássicos e mesmo ancarcocapitalistas, não é possível acusá-los de ser uma empresa que apoia uma visão de “extrema-direita” por que para isso você teria que assumir que todo pensamento que não seja de esquerda é automaticamente de “extrema-direita”, o que é simplesmente ridículo.

BRASIL PARALELO E AS FAKE NEWS

Diversas vezes o documentário foi acusado de fake news, na verdade como os ataques criados por narrativas a noção de fake news é vaga, não há uma definição precisa, um site que propaga uma informação errada seria automaticamente um site de fake news?

De fato o Brasil paralelo em suas dezenas de vídeo se atém em contar a história e/ou discutir opiniões e visões entre os entrevistados a respeita da realidade dos fatos observados. Pouco espaço há para se falar em fake news quando o que se discute são as interpretações dos fatos.

A bem da verdade dos fatos, o único fato que se aproxima disso é um episódio em 2018 que um dos entrevistados, o ex procurador e ex procurador da fazenda Hugo Cesar Hoeschl  havia dito em um vídeo do Brasil Paralelo que haveriam indícios que levariam a crer que tenha havido fraude nas eleições anteriores e que as urnas eletrônicas não seguras nem auditáveis.

O Fato é que mesmo que Hoeschl esteja errado, não há como classificar como fake news suas suspeitas e muito menos classificar o Brasil Paralelo como disseminador de fake news por ouvir as opiniões de um especialista, esteja ele errado ou não.

DOCUMENTÁRIO EM APOIO À DITADURA

O site O Globo, em 5 de fevereiro publicou uma matéria dizendo que Eduardo Bolsonaro teria publicado um suas redes sociais uma propaganda de um documentário que defenderia a ditadura.

Acontece que o documentário era o 1964 – O Brasil Entre Armas e Livros do Brasil paralelo, um documentário que buscava contar de forma mais aprofundada a história recente do país, retirando parte do viés ideológico que ficou impregnado em toda discussão a respeito do tema.

De fato o documentário (que ficou muito bem feito) não faz qualquer apologia à ditadura, a matéria foi escrita por alguém que não definitivamente não viu o documentário, mesmo por que como consta no direito de resposta, quando o Globo publicou a matéria o documentário sequer havia sido concluído e muito menos publicado.

A justiça concedeu em junho deste ano o direto de resposta, veja aqui e ria.

BRASIL PARALELO NA TVE

Recentemente Vera Magalhães noticiou em seu blog (veja aqui) que a TVE exibirá o documentário “Brasil: A Última Cruzada” do Paralelo.

O curioso é que o Brasil Paralelo é um documentário que tem como enfoque a origem do Brasil desde a origem de Portugal, não é muito diferente do que se é visto nas escolas, porém com uma linguagem e visão patrióticas e em determinado momento os entrevistados dão uma visão emotiva e quase poética, uma estratégia que é bem sucedida em manter o espectador atento e entretido com o documentário.

Em determinado momento o texto de Vera Magalhães apela diretamente para o argumento ad hominem, dizendo que o documentário “deu voz a defensores da monarquia”.

Primeiramente o objeto do documentário não é a monarquia, então o argumento e despropositado se não ridicularizar o documentário por posições individuais dos seus participantes. Desqualificar, atacar o menosprezar o indivíduo não faz com que os argumentos sejam refutados.

Depois, se socialistas tem voz em documentários públicos por todo o tempo, por que monarquistas não poderiam ter? Assim como anarcocapitalistas, conservadores, liberais clássicos.

BRASIL PARALELO RECEBENDO RECURSOS PÚBLICOS

Após as matérias divulgadas, por má fé ou má interpretação, alguns usuários do twitter começaram a acusar o Brasil Paralelo de receber verbas públicas, porém conforme já foi divulgado na grande mídia, o Brasil Paralelo não receberá recursos pelos documentários, o material foi cedido gratuitamente. Ou seja, eles estão dando ao público o acesso de graça a uma outra fonte de informação, algo que estranhamente parte da mídia está reclamando.

Nessa quarta-feira, em sua conta no Twitter o Brasil Paralelo se pronunciou negando o fato e afirmando que processará os que espalharam a a mentira:

UM DEDO DE PROSA

O Brasil paralelo é uma reação a hegemonia cultural do pensamento marxista na nossa mídia e academias que tentam capturar a cultura e torná-la unidimensional, sempre com a visão pré-concebida que não tolerará questionamentos.

O Brasil se acostumou a ter sua cultura sendo puxada a reboque pelos meios de comunicação, frases como “TV também educa” ou “a responsabilidade de educar é do Estado” se tornaram comuns.

O indivíduo se torna cada vez menos uma responsável pelos seus atos e a máxima rousseauniana de que o homem seria um produto do meio se torna o escudo para que qualquer transgressão do indivíduo seja de responsabilidade compartilhada com a sociedade, ou seja, se fulano erra por que não teve oportunidades, logo a sociedade é culpada por não ter dado essas responsabilidades.

Então há uma cultura que subverte toda grandiosidade e a transforma em virtude, ou seja, se um indivíduo é bem sucedido é por que outros são mal sucedidos, o que é uma mentira deslavada.

Com o pensamento sobre a nação é a mesma coisa, um país rico e poderoso não pode ser um país bom, já que para o pensamento marxista, essa grandiosidade só se daria mediante opressão de outros povos. É inadmissível conceber que a identidade nacional possa ter algum orgulho em um modelo que não tenha sido o socialista e portanto subvertem toda a hsitória através do materialismo, contam os fatos de acordo com interpretações e sempre as que tentem de alguma forma ridicularizar o nosso passado e nossas tradições.

O Brasil é um país enorme, já teve a maior monarquia liberal do mundo, já teve o maior crescimento do mundo, já teve muitos conflitos que são esquecidos por uma geração filhos de uma Belle Époque .

O que o Brasil Paralelo faz é dar uma visão heroica a uma história que vem sido contada, até então, para que tenham ares de escárnio e deboche.

O Mindinho não apoia o nacionalismo desvairado, mas abraça a história do povo e nação como parte real e palpável de nossa identidade que origina nossas tradições.

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