Bom resultado econômico em 2019, gera otimismo para 2020.

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Desemprego caindo, crescimento econômico maior que o esperado, inflação baixa e taxa de juros na mínima histórica, para muitos isso pareceria um cenários dos sonhos, mas por que muitas pessoas públicas não só não estão comemorando como também estão repetindo um discurso que é totalmente desmentido pela realidade?

Medidas liberais

Em 2019 com o fim do ciclo de instabilidade econômica um otimismo tomou conta dos analistas econômicos, mas logo sendo substituído pela realidade, para o Brasil crescer precisará muito mais que apenas estabilidade política, há a necessidade de reformas estruturais, as nossas regras do jogo estão viciadas e o resultado não será positivo sem mudá-las.

A reforma da previdência, que apesar de restarem algumas críticas e privilégios que foram mantidos ou criados, possibilitará uma economia total de até um trilhão de reais em 10 anos e a chamada MP da liberdade econômica possibilitou a criação de um ambiente mais livre para os negócios, com uma desburocratização razoável para abertura de empresas e redução de custo com trâmites meramente burocráticos, além de atrapalhar muito a ação de alguns agentes públicos vagabundos e mau intencionados que extorquem os empreendedores de forma criminosa em fiscalizações teatrais garantir maior segurança jurídica do empresário perante os órgãos reguladores.


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o produto interno bruto

O resultado de um governo que desamarra os nós estatais sobre a iniciativa privada é lógico: conforme último relatório focus do Banco Central os principais analistas do mercado esperam que em 2019 o ano tenha terminado com crescimento de 1,17% em seu PIB, alguns já falam em até 1,20% de crescimento.

Ainda não é um crescimento agressivo, mas devemos ter em mente que esse crescimento não está se dando por aumento de investimentos estatais mas sim pelo melhor dos mundos para todo liberal, é investimento privado que tem puxado nosso PIB, ou seja é crescimento sem tirar dinheiro da população.

Além da fonte do investimento ser a melhor possível, a qualidade do investimento tem sido positiva, crescimento no agronegócio já era o esperado porém o aquecimento na construção civil e consumo das famílias reforçam a expectativa de um crescimento sólido e de qualidade.

o liberalismo não gera inflação

Apesar do crescimento, com os gastos públicos controlados, até em virtude do teto dos gastos (medida criticada pelos progressistas), a inflação está se mantendo em patamares baixíssimos, segundo o último relatório focus a expectativa foi que a inflação para as famílias medida pelo IPCA, terminou em 4,04% abaixo da meta que era em 4,25%.

Cabe destacar que a inflação é medida por uma cestas de produtos, é claro que terão preços que terão variado mais que os 4%, como por exemplo é o preço da carne que teve o preço puxado pelo aumento das exportações por conta da gripe suína na china, como já explicamos.

A histeria em torno do preço da carne se dá única exclusivamente por questões políticas, primeiramente por que o aumento das exportações significam todos os benefícios de uma empresa brasileira vender muito para o restante do mundo, ao mento da receita, geração de empregos aqui, geração de renda, favorece a balança comercial para nosso lado e etc…

Outro ponto é que ao contrário do que tentam construir com suas narrativas, o preço da carne já esteve maior que hoje em termos práticos, ou seja, nominalmente (o número do preço) hoje é maior, porém quando o salário mínimo era 70 reais, a carne custava metade do salário mínimo, R$ 35,00 , ou seja, proporcionalmente muito mais que hoje.


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O juro básico na mínima histórica em uma economia liberal

Como já falamos anteriormente, a taxa de juro básico, SELIC, em 4,50%, sua mínima, não representa um ganho para os investidores profissionais representa mais crédito, crescimento, geração de emprego e possibilidade de compras principalmente para o consumidor de baixa renda.

De fato, os únicos que saem perdendo com o juro em sua mínima histórica são os rentistas e as grandes instituições financeiras, que passam a receber taxas menores lastreadas em títulos da dívida pública.

É uma ironia que um governo que aplicado fundamentos liberais na economia tenha acabado com boa parte do privilégio dos bancos e instituições financeiras, enquanto os governos petistas e tucanos tenham criado ambientes favoráveis para que os “banqueiros” lucrassem simplesmente emprestando para si mesmos e para o Estado.

desemprego em queda: Maior geração de empregos formais desde 2014

Conforme divulgado pelo IBGE, a taxa de desocupação de novembro de 2019 desceu para 11,2%, caindo 0,7% no trimestre, maior redução do desemprego da série histórica, com mais 785 mil pessoas ocupadas, tendo destaque principalmente para os setores de comércio, alimentação e construção civil.

O número de empregos com carteira assinada cresceram 1,1% totalizando mais de 378 mil pessoas com carteira assinada, trata-se do maior crescimento em um trimestre desde maio de 2014.

O crescimento de atividades informais continua crescendo, nesse trimestre 1,2% tendo chegado a 38,8 milhões de pessoas trabalhando informalmente.

Há muitos anos já é observado que empregos informais superam os formais em potencial de geração de renda e trabalho, isso significa que os custos da formalidade, embora tenham reduzido, continuam altos e enquanto o posto de trabalho for mais oneroso que o lucro potencial trazido por ele, as vagas de emprego continuarão a ser jogadas para informalidade.

O Ministro Paulo Guedes está certo em buscar flexibilizar as regras trabalhistas e acima de tudo, desonerar a folha de pagamento das empresas, é a única forma de tornar mais atrativo o mercado formal que o informal, afinal, as vantagens da formalidade hoje não compensam os baixos salários que vem com ela.

um mindinho de prosa

O governo, em qualquer análise minimamente honesta, tem feito um bom trabalho no campo econômico, discordamos dos que entendem que para fomentar o crescimento precisamos aumentar descontroladamente gastos públicos como forma de “impulsionar” a economia.

O mercado tem naturalmente dado sinais de que irá se recuperar e o crescimento no Brasil não se fez maior por conta das questões estruturais que precisam ser atacadas, a questão tributária, não só o volume, como a complexidade que torna os custos efetivos altos por conta da burocracia

A insegurança jurídica foi em parte mitigada com a MP da liberdade econômica, porém ainda se estende por outros campos além da atuação das agências reguladoras, como por exemplo o caso da ANATEL que decidiu tirar um serviço do ar por que entenderam que a empresa não poderia por estratégia de marketing fornecer gratuitamente seus serviços. Atuações do MP e judiciário de forma arbitrária e anti-contratual também são comuns no país e toda a insegurança jurídica afasta investimentos privados.

A questão da segurança pública também é fundamental para o crescimento do país, muitas multinacionais consideram algumas cidades como Rio de Janeiro, área de risco para seus executivos, fora questões como o turismo que tem um enorme potencial econômico e são diretamente prejudicadas pela insegurança.

No campo da infraestrutura, Ministro Tarcísio merece uma menção honrosa conseguindo verdadeiros milagres entregando obras mesmo com o orçamento totalmente travado.

Ao que pese o reconhecimento quase unânime do trabalho do Ministro, a área de infraestrutura é uma das principais travas ao nosso desenvolvimento econômico, em especial ao agronegócio, que queriam ou não é nossa vocação natural para o comércio internacional e para os resultados do nosso país.

É absurdo pensarmos que somos um dos países mais eficientes no agro mundial, mesmo com sistemas logísticos de distribuição terríveis, malha ferroviária quase inexistente e dependentes de transportes rodoviários para grãos, o que na prática faz nosso preço chegar mais alto no mercado internacional e sermos menos competitivos que seríamos.

Além das perdas com o transporte rodoviários temos portos que precisam ser modernizados aeroportos que já deviam ter sido privatizados e os custos Estatais nas tarifas aéreas devem ser reduzidos.

O serviço de cabotagem no brasil também precisa ser revisto principalmente para a região norte que tem um extremo potencial, desde que conectado ao restante do sistema logístico.

A conclusão

Precisamos evoluir muito, mas é inegável que em 2019 tivemos diversos avanços que, no ritmo desejado ou não, agora apontam em uma direção definida que nos leva a crer que o resultado esperado é melhor que o que imaginávamos há pouco tempo.

A expectativa é que o crescimento econômico continue e o Ministro Paulo Guedes tem dirigido muito bem sua pasta, o que é um mérito grande também do governo, que tem seguido o prometido de seguir um agenda econômica liberal e não tem feito interferências diretas na economia.

Ressalta-se a necessidade de atenção à infraestrutura e segurança pública para garantir um maior crescimento em 2020, os analistas esperam um crescimento de algo em torno de 2,28%. O Mindinho acredita que se a reforma administrativa for aprovada ainda em 2020, a segurança pública continuar dando resultados positivos e o Ministro Paulo Guedes continuar desempenhando o bom papel esse crescimento poderá alcançar até os 3%.

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