Foicebook derruba a página do Gabriel Monteiro com 1,2 mi de inscritos… e aí?

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O PM e youtuber Gabriel Monteiro ficou famoso por seus vídeos em manifestações questionando e expondo contradições de esquerdistas no Rio de Janeiro, da mesma forma que Arthur Mamãefalei ficou famoso por fazer, sua declarada inspiração.

Recentemente Monteiro vinha se dedicando a uma quadro que é muito comum na internet, onde o youtuber sentava-se em uma mesa e colocava a placa “convença-me do contrário”, tendo promovido debates sobre liberdade de expressão e religião, racismo, prisão de condenados e publicando os vídeos em suas redes sociais.

Recentemente um dos temas abordados nesses debates foi o vídeo: “SÓ EXISTEM 2 GÊNEROS! NÃO CONCORDA? ME CONVENÇA!”, onde debatia com pessoas que se apresentavam contrárias a opinião do youtuber que alegava que biologicamente só reconhece dois gêneros e se contrapunha a pessoas que discordam da afirmação.

Hoje segundo o próprio youtuber em sua rede social sua conta com 1,2 milhões de seguidores foi suspensa do Facebook por conta de denúncias que consideraram ofensivo o vídeo mencionado.

é democrático que a empresa derrube a conta que bem entender?

Antes de nos aprofundarmos no caso específico do Gabriel precisamos entender que o Facebook é uma empresa privada e como tal tem os valores próprios, tem donos que tem viés ideológico próprio.

Não fazemos uma análise jurídica, mas tão-somente pensado do ponto de vista da propriedade privada e da liberdade, é justo que na sua propriedade você decida como serão empregados seus recursos e suas regras.

Da mesma forma que nos recusamos por exemplo a criar um site que seja utilizado para divulgar conteúdos esquerdistas, fica claro que o Facebook tem um lado definido e se utiliza disso.

O Facebook não é democrático, não precisa ser e as pessoas precisam saber disso.

Claro que questões como o contrato deve ser verificadas pelo âmbito jurídico e podem alterar a dinâmica dessa relação entre usuário e rede social, a análise foi tão somente quanto a disponibilidade e uso do serviços.

estamos então à mercê do facebook?

Não, definitivamente o Facebook ao abandonar sua neutralidade criou ma série de insatisfações, o próprio Mindinho teve parte de suas atividades no Facebook suspensas e sequer sabemos o motivo, da mesma forma que a conta no twitter já o foi.

Porém uma série de suspeitas são levantadas que de acordo com a orientação política há uma propensão maior para que sua página seja derrubada.

O resultado natural é que com a insatisfação surjam alternativas de redes sociais que serão cada vez mais utilizadas e a tendência é que a concentração youtube, Facebook e Instagram seja reduzida.

o que você deve fazer

Não devemos defender que o Estado regule as redes sociais pelo simples motivo de que isso será utilizado sem dó contra direita na primeira chance que a esquerda tiver.

Quando dizemos não regular, nos referimos a determinar à empresa privada que detém e gerencia a rede que proceda de um jeito ou de outro. O Estado deve ficar de fora disso já que a tendência é que o simples questionamento aos pressupostos da esquerda podem se configurar como um “atentado de ódio”, outra palavra para crime de “opinião que não me agrada”.

Mas isso não é se colocar em um estado de quase inanição.

A tendência é que nós de direita tenhamos que investir em migrar para redes sociais alternativas e que voltemos a construir os velhos e bons sites, como mindinho faz. Até o momento que surja uma rede social que não esteja disposta a permitir o livre debate.

Mercado para isso há.

E acima de tudo, o indivíduo que sentiu suas ideias atacadas por ações como essas do Foicebook deve somar forças ao Gabriel e reforçar as outras redes sociais.

siga o gabriel monteiro em todas as redes sociais

Seja você conservador, liberal, ou simplesmente um não-esquerdista, é inegável o papel de pessoas como Gabriel Monteiro como contraponto a esquerda, em especial em uma cidade onde a esquerda é tão hegemônica como é no Rio de Janeiro.

Claro que não há uma hegemonia de fato, mas para mídia carioca “PSOLenta” aparentemente não há outro pensamento na cidade que não o socialismo do Leblon. E o PM ao entrar em cena mostra o que o carioca típico vive e pensa. O que o homem que trabalha, enfrenta a violência real da cidade e as condições precárias vivencia, onde discussões importadas da esquerda americana e européia não fazem sentido algum.

É importante que o Gabriel tenha voz, e a voz dele não deve ficar a mercê do Facebook ou de qualquer empresa.

Siga-os em todas as redes sociais e compartilhe-as em suas próprias redes sociais.

Twitter: https://twitter.com/GMonteiroRJ

Instagram: https://www.instagram.com/gabrielmonteiropm/

Youtube: https://www.youtube.com/channel/UCYCMK_puWK2V5AtdQNIOnhw

Site: http://www.gabrielmonteiro.net/


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